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Entenda o porquê de reabilitar o paciente de insuficiência venosa

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Entenda o porquê de reabilitar o paciente de insuficiência venosa

Uma engrenagem que funciona ininterruptamente para manter o funcionamento de uma máquina de alta complexidade: assim podemos definir o sistema circulatório, responsável por transportar o sangue do coração às demais partes do corpo e, em seguida, das extremidades até o órgão vital que faz o bombeamento. Para isso, os vasos condutores precisam estar com suas estruturas saudáveis, caso contrário, o sangue não consegue ir e voltar com fluidez.

A disfunção das veias, mais frequente nas pernas, é um dos problemas que podem comprometer o processo. É chamada de insuficiência venosa. Em resumo, ocorre quando as veias apresentam defeitos nas válvulas que mantém o fluxo do sangue para cima, que acaba acumulado nos membros inferiores. Um problema que compromete a qualidade de vida do paciente e, se não tratado, pode ter o quadro agravado ao ponto de se tornar uma insuficiência venosa crônica. A insuficiência venosa sobrecarrega o sistema linfático, responsável por drenar o líquido que permanece fora dos vasos sanguíneos.

Os sinais e sintomas da doença venosa podem até parecer inofensivos, mas não são. Sensação de peso e cansaço nas pernas, queimação, inchaço, coceira, dor, cãibras e manchas na pele são os mais comuns e já se mostram suficientes para exigir a interferência médica. Essa interferência significa reabilitar esse paciente para impedir que ele sofra com perdas funcionais. Isso é fundamental.

Dentro deste propósito, trabalha-se hoje, também, com a fisioterapia vascular, usada na reabilitação, por meio de exercícios terapêuticos e de drenagem linfática manual, procedimentos voltados a reduzir as alterações vasculares e a estagnação sanguínea e oferecer ganhos ao retorno venoso. No final, há uma melhora do quadro clínico de forma a evitar perdas funcionais do indivíduo.

O trabalho dispõe de um protocolo com as etapas bem definidas do procedimento: aquecimento, treinamento e relaxamento. A fase inicial consiste em elevar o fluxo sanguíneo muscular e o consumo de oxigênio dentro do patamar mínimo de atividade de um organismo em completo repouso. Neste momento desenvolvem-se técnicas de alongamento para possibilitar a amplitude do movimento e melhorar as funções corporais.

Em seguida, há atividades de fortalecimento direcionadas à melhora na ejeção do volume venoso e na elevação da resistência muscular da panturrilha e das atividades do dia a dia. E por fim, ocorre o processo de desaceleração gradual dos exercícios, que promove a queda dos estímulos nervosos simpáticos e aumento dos parassimpáticos e leva à vasoconstrição periférica. A drenagem linfática manual, não invasiva, oferece resultados positivos.

Na busca da reabilitação, fala-se também nos reflexos positivos da hidroterapia. A base é também na fisioterapia, só que na água. Os exercícios têm beneficiado a execução das tarefas e o condicionamento físico e, como consequência, diminuído a sensação de fadiga. Isso sem falar nas vantagens psicológicas.

Entende-se que, hoje, não se pode pensar apenas na prescrição de medicamentos para aliviar os sintomas enquanto o organismo estiver sob o efeito das substâncias. Tratar é buscar formas alternativas e associadas a um trabalho multidisciplinar e interdisciplinar para impedir que a doença provoque limitações físicas e alterações psicológicas e emocionais, que comprometam o seu dia a dia. Tratar é reabilitar – literalmente, habilitar novamente – o paciente a exercer as atividades rotineiras, inclusive as laborais, como antes do problema vascular.

Quem é o Dr. Antonio Carlos de Souza?

O diretor técnico da Clínica Angiomedi, em Brasília, tem um currículo que o torna grande conhecedor na especialidade. Formou-se, em 1992, em Medicina pela Universidade de Brasília. A Residência Médica em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Angiologia ocorreu de 1993 a 1996. E não parou por aí. Concluiu o Doutorado em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo, em 2001.

Marcou participação no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP-RP, onde foi médico assistente.

Atualmente, é membro titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, e atual vice-diretor de Defesa Profissional. É também membro da IVS (Independent Vascular Services).

É professor do curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília e coordenador do curso de Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde, onde também foi docente.

A dedicação ao estudo em educação médica e à assistência médica em Angiologia e Cirurgia Vascular não pára, visto que está sempre em busca de atualizações para beneficiar os pacientes.

Saiba mais sobre a Angiomedi

Tudo começou em 2013, quando o cirurgião vascular Dr. Antonio Carlos de Souza fundou a unidade com o intuito de ser um centro médico altamente especializado em saúde vascular. E assim aconteceu e é realidade. A Clínica Angiomedi conta com um trabalho diferenciado voltado para a prevenção, diagnóstico e tratamento dos transtornos circulatórios.

A missão é agregar respeito, humanização, responsabilidade, inovação e personalização para prestar um atendimento de ponta, que contribua com a melhoria da saúde vascular dos pacientes.

A Clínica Angiomedi oferece o que há de mais moderno e eficaz no tratamento de varizes, aneurismas de aorta abdominal e úlceras de pernas e pés diabéticos.

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